Gustavo Rosa: o legado e a arte com bom humor
Venerados são os grandes artistas brasileiros. E eles são muitos. Estão cada vez mais presentes nas galerias e museus do mundo inteiro. São incansavelmente trabalhadores, apesar dos tÃtulos de artistas, escultores ou artesãos. Em muitas obras é a assinatura que faz a diferença, pois agregada a ela está o talento do autor, suas experiências, conhecimentos, habilidades e, é claro, a contribuição dos crÃticos. Um quadro de Gustavo Rosa une todos esses atributos, mas inclui também seu espÃrito paulistano e um estilo autêntico. Sua história tem sido traçada desde sua infância.

A sabedoria para tomar decisões é uma de suas virtudes, entre tantas outras, que merece ser enumerada. Por que é também dotado de bom humor, de uma extrema experiência de vida e simplicidade natural. Muitas vezes é ele mesmo quem atende à porta de seu estúdio em São Paulo. Claro, sempre vestido dos fiéis jeans e camiseta respingados de tinta. O trabalho é algo espontâneo, que acontece em sua rotina de forma singular: “trabalho com as mãos. Vem delas a base de tudo que faço, o meu sustento e minha vida”, afirma categórico.
O consagrado artista Gustavo Rosa hoje ingressa na história da arte brasileira derrubando preconceitos e antigos valores. Acompanha a crÃtica com resignação e respeito. Paralelamente, faz o que gosta: desenhar. O sofrimento ele transformou em pintura, os mais profundos sentimentos são sua bagagem para compor uma obra independente e despojada de conservadorismo. O Artista segue dois únicos princÃpios: fidelidade à inspiração e à arte.

A arte de Gustavo Rosa é parte fundamental da história da arte brasileira e do cotidiano de São Paulo. Seu trabalho invade ruas e galerias da cidade. Assim como permanece disponÃvel para o público durante os 365 dias do ano, em uma mostra ininterrupta que o artista organiza em seu estúdio inaugurado em 2005. O espaço abriga também o ateliê do artista: “aqui trabalho e mostro o que faço. Com o tempo, o local passou a atrair estudantes, gerando até visitas monitoradas, e se transformou em um espaço cultural para a nossa cidade”, esclarece Gustavo Rosa.
Gustavo Rosa já expôs em diversos espaços internacionais do mundo, como Nova York, Tókio, Telaviv, Lisboa, Hamburgo e Barcelona. “Às vezes me pergunto se mereço tudo isso, a reação do público, a fascinação das crianças me causam muita alegria e bem estar interior”, avalia. Mas Gustavo Rosa merece um pouco mais. Merece respeito, sobretudo por que jamais se distancia do ato de trabalhar. Sua dedicação e comprometimento com a arte são insuperáveis.

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Dan Jones é um criativo estadusunidense , apaixonado por carros, aviões e robozinhos, que criou o projeto 
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